Os estudos que mais me fascinam são os que buscam relações entre o consumo de vídeos curtos (shorts, reels, etc) e cansaço mental numa pessoa. Inclusive fico curioso para saber se esse tipo de conteúdo deixa as pessoas com im humor pior.

Quais estudos interessantes vocês conhecem sobre esse tema?

 

Uma vez eu vi alguém sugerir no reddit, como forma de protesto, que todos exportassem o seu histórico na plataforma, pois supostamente a operação é muito pesada e isso de alguma forma afetaria os servidores da empresa.

Esse tipo de ação funcionaria no Instagram também como forma de protesto ou não faria efeito nenhum nos servidores deles? Existe alguma outra operação computacionalmente pesada que usuários possam lançar em massa para protestar?

 

Uma investigação do Gamers Nexus descobriu que as smart TVs da LG vasculham as redes locais para mapear telefones e dispositivos próximos. Os testes também mostraram que os aparelhos podem capturar áudio do microfone com a tela desligada — depois, eles enviam os dados assim que se reconectam à internet.

As smart TVs da LG vasculham continuamente as redes domésticas, mapeiam dispositivos secundários e registram áudio do microfone enquanto aparentam estar desligadas, de acordo com um novo vídeo de 135 minutos publicado pelo Gamers Nexus.

Mais especificamente, Steve vinha trabalhando com a Level1Techs e pesquisadores independentes de segurança. Juntos, eles testaram modelos de OLED da LG disponíveis no varejo, incluindo o G5. As capturas de pacotes de rede feitas por meio do Wireshark mostraram que as TVs estavam escaneando ativamente a rede local em busca de dispositivos não relacionados, incluindo telefones e smartwatches. Além dos endereços IP internos, os aparelhos também coletavam os nomes e a intensidade do sinal das redes Wi-Fi vizinhas, juntamente com dados de localização.

Esse conjunto de dados é enviado para a LG Ad Solutions (o braço de publicidade direcionada da empresa). A LG afirma ter vendido aproximadamente 216 milhões de smart TVs no mundo todo. Por outro lado, a divisão de publicidade diz ter acesso a 363 milhões de dispositivos secundários endereçáveis somente nos Estados Unidos, rastreando outros aparelhos na mesma rede. Os aparelhos também executam o Reconhecimento Automático de Conteúdo (ACR). Esse recurso coleta amostras de áudio e vídeo exibidos na tela e as transforma em impressões digitais digitais para registrar o que os usuários assistem em diferentes entradas. Embora o ACR tenha sido bem documentado no passado, novos testes mostram que a coleta de dados vai muito além disso.

Durante os testes de bancada, eles descobriram que a TV conseguia capturar áudio nítido do microfone enquanto a tela estava (ou pelo menos parecia estar) desligada no modo de espera. Quando a equipe desconectou a TV da Ethernet, o aparelho continuou salvando localmente as entradas de voz e enviou os arquivos armazenados assim que o acesso à rede foi restaurado.

Os pesquisadores também documentaram vulnerabilidades de execução remota de código no webOS, que atualmente estão passando pelo processo de divulgação responsável. Como a TV usa mecanismos amplos de escuta na rede e realiza varreduras de dados por padrão, a recomendação da equipe foi simplesmente desconectar os aparelhos da LG da internet e usar dispositivos externos de streaming.

Até o momento da publicação, a LG não havia comentado nada sobre o assunto.

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